VAMPIROSIDADES E CANINOS ASTRAIS.

 

(ESTILO RASCUNHO).

VAMPIROSIDADES E CANINOS ASTRAIS. (DA TARDE ATÉ O RAIAR DO SOL).

Esses dias minha filha, junto de minha esposa assistiu Lua Nova, num canal de TV fechado. Surpreendeu-me elas dizerem que preferiam o Lobo. Aí, lembrei de uma coisa…

 

Quando eu era criança em Realengo, os vampiros e lobisomens eram criaturas malignas; indiscutivelmente malignas. Os filmes que geralmente passavam tarde da noite, eram para assustar, provocar medo, pavor. Só um vampiro tinha nome, e os lobisomens, bem; não lembro se algum tinha nome judaico. Tenho acompanhado com certa preocupação essa transformação que ocorre com esses seres das telas (vampiros agora têm até diários). Por que o mundo espiritual só possui dois extremos, e quando algo muda do lado de lá, isso força uma mudança no lado de cá. Ora, se criaturas antes sem coração agora agem puramente pela emoção, como simples mortais, o que acontece com os seres humanos? Simples, eles se tornam monstros. Sem coração e amantes do estranho, do bizarro, daquilo é anormal e sem afeição natural.
                Isso é pior que amor bandido, isso é
amor maligno [sic]. Onde você lê mocinha, lê-se, monstrinha. O roteiro pode ser até ultrarromântico, mas a mensagem subliminar é diabólica. Beber sangue é natural, dilacerar pessoas é normal, matar é preciso, e morrer faz parte de um lindo processo de amor à vida. Bella é a criatura mais medonha que já vi em toda a minha vida de amante da sétima arte. Drácula perto dela é tão assustador como os "ursinhos carinhosos". E os lobisomens perto dela, são como os "101 Dálmatas". O último capítulo dessa saga termina com uma grande mentira, pois não há amanhecer para os que acreditam nessas coisas. Só uma escuridão que enche toda a alma até o fim dos dias.


Ney Gomes. 11/11/10.
"Se trabalhamos e lutamos é porque temos colocado a nossa esperança no Deus vivo." 1 Timóteo 4.10


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