A TEO. DA EXCLUSÃO - AOS SENHORES DEPUTADOS EM BRASÍLIA.

PL PARA LEGISLAÇÃO DE CONTROLE FINANCEIRO.

                                                                                                
"Todos os que creram estavam juntos, e tinham tudo em comum. Vendiam suas propriedades, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade".

                                            (At 2. 44 e 45 – Versão Revista e Atualizada).

 

         "À medida" nesse texto de Atos significa resposta! A igreja deve ser capaz de responder ao clamor de seus membros. Por que a igreja é instrumento da justiça de Deus na terra. Alias, justiça é um assunto muito mais de igreja do que de tribunal. A igreja deve ter uma resposta à altura do que lhe é questionada. A igreja deve saber julgar seus casos com equidade e santidade. Saber avaliar quem está certo e quem está errado. Por que ela tem o Espírito "Santo" de Deus habitando nela. Na igreja não deve haver pessoas parciais e partidárias na liderança, pois isso demonstra falta de sabedoria e discernimento (At 5 3/I Tm 5. 3). De acordo com esse registro sagrado não pode haver dentro da igreja poucos com muito e muitos com tão pouco. A igreja sempre deve ser capaz de ministrar na vida de seus membros aquilo que é justo em relação ao corpo. E essa justiça sempre é feita na medida do Cristo que há em nós (Ef 3. 13). Uma igreja que não responde aos anseios de seus membros como poderá responder aos anseios de uma sociedade ímpia e maldizente?

                Justiça é o assunto da carta de Paulo a Timóteo. Ele diz lideres e crentes justos constroem uma igreja que exerce justiça. Procure em todas as coisas ser justo para consigo mesmo, os irmãos e para com Deus. A igreja que vive em atos é uma igreja pronta para exercer misericórdia e justiça. (12/04/2006).

                É de fácil percepção por todo o novo testamento que grandes somas de dinheiro iam de uma comunidade para outra. O dinheiro é assunto espiritual desde o dia que DEUS nos mandou amar. E a igreja "dos primeiros irmãos" entendia isso muito bem. Eles confiavam suas ofertas à igreja, que na medida das necessidades fazia o correto uso desse dinheiro.
De igreja para igreja. Assim é que o dinheiro deveria continuar a ser movimentado. Todavia, hoje não vemos as coisas sendo feitas assim. Milhares de ministérios pessoais disputam a tapas e socos as ofertas dos irmãos. Administrações particulares para o que foi feito para ser comum a todos. E o que mais poderia advir disso, senão dor, desgraças e blasfêmias. O sagrado não foi feito para ser administrado pelo pessoal.
E qual o resultado disso? A fermentação quase que instantânea da iniquidade que está prevista para os últimos dias (Mt 24. 10- 12).
                Não quero
ser radical nesse assunto, mas gostaria que a igreja em seu todo, possuísse legislação sobre os ministérios pessoais. Deveria haver dentro da igreja leis que proibissem ministros e pregadores de pedir dinheiro para a "chamada" promoção de seus ministérios. A igreja da qual eles fazem parte é que deveriam promovê-los. Isso adiaria em muitos anos, talvez até séculos a banalização total do sagrado. Ou será que não confiamos na igreja para cuidar de nós? Em meu ver, não tratamos de modo Bíblico o dinheiro nesses dias, e penso eu de mim mesmo, que ainda há como mudar. Digo isso, pois acredito que também tenho o Espírito de Deus. (15/04/2010).


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