C. de Eliseu - Ele Salva os Cabeças de Prego.


Comentário Extra 2011.
ELISEU SALVA OS CABEÇAS DE PREGO.


Ordenou o rei: “Descubram onde ele está, para que eu mande capturá-lo”. Quando lhe informaram que o profeta estava em Dotã, ele enviou para lá uma grande tropa com cavalos e carros de guerra. (...) Quando os arameus desceram na direção de Eliseu, ele orou ao SENHOR: “Fere estes homens de cegueira”. (...) Então ele os feriu de cegueira, conforme Eliseu havia pedido.Quando o rei de Israel os viu, perguntou a Eliseu: “Devo matá-los, meu pai? Devo matá-los?” Ele respondeu: “Não! O rei costuma matar prisioneiros que captura com a espada e o arco? Ordena que lhes sirvam comida e bebida e deixe que voltem ao seu senhor”. Então o rei preparou-lhes um grande banquete e, terminando eles de comer e beber, mandou-os de volta para o seu senhor. Assim, as tropas da Síria pararam de invadir o território de Israel.
(Trechos II Reis 6. 13- 23 – NVI).

            Verdadeiros profetas andam em dia com suas carteiras de “naturalidade”. Com ela, eles participam da vida do povo, dos nobres e dos reis. Vão a qualquer lugar e são reconhecidos como criadores de solução. Por profetas como Eliseu, Deus nos faz ver o que se é preciso enxergar (v. 16). O coração de todo aquele exército não era tão importante como o coração que os ordenava, e esse, Eliseu enxergava com perfeição (v. 12).
Uma geração sem profetas é uma geração como a nossa; que mata gente boa e poupa gente que não presta. Que detesta os pobres, mas ama os ricos. Comprometida em servir os poderosos e pisar nos humildes. Onde “um pastor errado vale mais que duzentos membros certos”. Esse é um retrato fiel de minha geração!

            Eliseu demonstra que é importante destruir as intenções cheias de maldade e não as pessoas cheias de intenções. E que para isso, o amor se constituí em arma fundamental, perfeita (II Cor 10. 3- 5). Nem sempre destruir as pessoas significa destruir as intenções. Nesse país, há um exército de gente boa, obedecendo mentes que não prestam. Em algumas comunidades, se você trocar o nome “igreja” por “abatedouro” ninguém sentirá diferença. E cada vez mais, isso é real e presente nesse tempo. Lobos usando ovelhas como escudos em suas lutas pelo “controle” da alcateia. Somos uma geração como o exército Arameu. Sem vitórias, cegos e cheios de fome. Por que temos muitos reis e poucos profetas!

            Falta-nos e muito, aquele sentimento verdadeiramente Cristão, de emancipar as pessoas pelo amor e pelo pão. Amor que trás dignidade e pão que dá cidadania. O AMOR derruba as barreiras que há entre os homens, mas, é O PÃO que os mantém em paz. O pão reúne as pessoas e o amor as faz ser semelhantes (At 2. 46). E um profeta como Eliseu, promove tanto uma coisa como a outra (Jo 21. 7- 17).

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