Salmo 91 - Devocional Exaustivo (Introdução)



Considerações Primeiras e Introdução.

Ocorreu-me que em 20 anos, após mais de 600 textos publicados, jamais gastei uma linha para divulgar entendimento sobre o #Salmo91. Talvez, a ligação mística e esotérica com os brasileiros tem com esse Salmo tenha servido para me afastar dele por todo esse tempo. O #Salmo91 faz parte de uma cultura espiritual sem um pingo de #ortopraxia cristã. Esse fascínio com o #Salmo91 está em quase todas as religiões espalhadas em solo brasileiro. Aparece em nossa cultura como é, como não deveria ser e como nunca foi, e em nenhum dos casos, se torna menos interessante.

Pensei então, diante da necessidade de celebrar 10 anos de BLOG, com uma marca de quase ¼ de milhão de visitas, escrever sobre o #Salmo91, para deixar contribuição pontual e saudável sobre essa cultura nossa. Para isso, elevo esse devocional ao status de ‘exaustivo’, e sob a visão de Daniel (2. 32, 33), compartimentar em 5 partes as revelações e descobertas. Levando em consideração que uma revelação pode ter mais de 30 níveis de simbolismo.




No Comentário OURO. Falarei da primeira essência e impressão.
No Comentário PRATA. Falarei dos ensinos decorrentes.
No Comentário BRONZE. Ancoragem teológica
No Comentário FERRO. Ações de Governo e Entendimento.
No Comentário BARRO. Anunciações Antropológicas à luz da Bíblia.

Evidente que farei isso do meu jeito, como sempre escrevo no BLOG, tentando atingir a vida comum dos meus leitores. Simplificando ao máximo toda vez que possível, os conceitos ali encontrados. Vou tentar repetir o que fiz ao escrever devocional sobre Jonas. Transbordar o texto de #poesia e pessoalidade. Vamos entrar ‘exaustivamente’ na razão do #Salmo91 ser tão fascinante para qualquer um que tem acesso a ele.



É bom que saiba antes de prosseguir que sigo o pensamento da maioria dos antigos, de que esse Salmo foi escrito por Moisés, ou na melhor das possibilidades, um outro alguém que se apoderou de suas experiências por proximidade ou serviço [Josué]. A esmagadora maioria dos comentaristas Bíblicos se apoiam nesse pensamento, sem sugerir nada extravagante. Com exceção é claro de Osvaldo Paião Junior e equipe de comentaristas do Novo Testamento Versão King James (Ed. Abba Press). De acordo com eles, em comentário encontrado na pág. 759, nota 1, esse “Salmo foi escrito por um sacerdote hebreu no período pós-exílico, com o objetivo de encorajar a comunidade dos fiéis. Esta tradução levou em conta os manuscritos da LXX (Septuaginta – a primeira e mais importante tradução do AT para o grego) e as mais recentes análises sobre os Rolos do Mar Morto – os conhecidos originais de Qunram, em cotejo com o Texto Massorético (TM)”.


I Co 6. 18a


Minha própria investigação me faz crer na autoria de Moisés. Estou certo que a mensagem subjetiva em primeiro e segundo plano não me deixam questionamento quanto a isso. E durante os ‘devocionais’ colocarei os acentos nesse meu ponto de vista! Que Deus me dê a graça de ver esse devocional ser relevante para todos os irmãos de Língua Portuguesa, por um bom tempo.

Por Ney Gomes – Twitter@neygms
Rio de Janeiro, Brasil – 2017.
"Se trabalhamos e lutamos é porque temos colocado a nossa esperança no Deus vivo." 1 Timóteo 4.10


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