Filipenses. Verdades Que Nos Sustentam.


VERDADES QUE NOS SUSTENTAM.
 
"O meu Deus suprirá todas as necessidades de vocês, de acordo com as suas gloriosas riquezas em Cristo Jesus".    (Fil 4. 19 – NVI).
        
Paulo passava tempo demais em lugar algum para poder acumular alguma riqueza em particular. Todavia, era de perder de vista o mais rico de todos os homens. Nos tornamos capazes de oferecer as pessoas [somente] àquilo que acumulamos ao longo de nossa vida com Deus. Essa verdade valorizou Paulo, mas, não fez dele uma pessoa rica. O que nos convence a dar as pessoas o melhor de nós? Abrir o nosso coração e revelar nossa crença mais íntima?
Paulo teve seu coração tocado ao  receber a oferta de amor dos filipenses. Não pelo valor, mas pela lembrança, pois o que representa o dinheiro perto daquilo que verdadeiramente nos sustenta; digo isso a respeito da fé! Quando os filipenses tocaram no coração de Paulo eles descobriram sua crença mais íntima. Uma flor desabrochando frente aos primeiros raios de sol da primavera. Diante dessa crença (aquilo que a fé produz de concreto e que se torna sujeito à análise), todas as riquezas depositadas durante anos aos pés dos Apóstolos, a verdadeira casa do tesouro (O melhor emprego das riquezas é nas pessoas. Mas creio que essa é a América ainda não descoberta por Colombo) não era nada, alguns trocados para a feira de domingo de manhã!
         Quando há crença e verdadeiros profetas, há prosperidade. Nenhum dinheiro poderia produzir em Paulo o contentamento que ele sentia em Cristo. O dinheiro é de natureza local, mas, a igreja transforma-o numa moeda universal capaz de atingir sua verdadeira finalidade (I Tm 6. 10). Por fim, foi Paulo que abençoou mais uma vez os filipenses. Não é por acaso que a igreja é construída sobre o fundamento dos APÓSTOLOS E PROFETAS (Ef 2. 20), isso é, sobre a sua crença mais íntima.
Ney Gomes
 

 


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