O IMPORTANTE NEGÓCIO DE ATOS 6.

 

O IMPORTANTE NEGÓCIO DE ATOS SEIS.    (At 6.1- 7).

 

"Naqueles dias crescendo o número de discípulos, os judeus de fala grega entre eles queixaram-se dos judeus de fala hebraica, porque suas viúvas estavam sendo esquecidas na distribuição diária de alimento".

(Atos 6. 1 – NVI)

 

   Na bíblia sagrada, mesa é o que de melhor representa a comunhão do corpo de Cristo. E comunhão é o motivo de toda a doutrina do NT. Sem os seus benefícios, se tornaria impossível à convivência na igreja. É a comunhão que nos une uns aos outros e a Cristo.

 

   A engrenagem da comunhão sofria cada vez mais pressões, à medida que a igreja crescia em número. Um contingente cada vez maior usufruía de seus benefícios, muitas vezes sem uma manutenção adequada. Não demoraria muito para essa grande máquina espiritual apresentar algum problema. Quando isso realmente aconteceu, os Apóstolos logo viram a necessidade de se ter um grupo, que se especializasse nesse negócio. Um grupo de elite que enxergasse de longe qualquer possibilidade de falha, e que tivesse a iniciativa de corrigi-las se fosse necessário. Ele foi criado e denominado de diáconos, uma missão já embutida em seu significado. 

 

   Antes de tudo, os diáconos deveriam ser diferentes de tudo aquilo que iriam enfrentar. E essas qualidades, deveriam ser visíveis a todos, tais quais eram os problemas. E os problemas eram: Murmuração, descontentamento, contenda, indiferença, injustiça e descaso. Num universo de duzentas mil pessoas, somente sete, foram escolhidos. Cristo nunca levou sua igreja na brincadeira, para Ele, até hoje, comunhão é coisa séria! (Mt 28. 20b)

 

UM CHAMADO PARA ESTAR ACIMA DO PARTIDARISMO.

 

   Apesar de haver dentro da igreja diversos dialetos, o diácono é chamado para servir a todos, isto é, a comunidade dos santos de uma maneira geral. É feio ver um diácono cuidar dos interesses daqueles que lhe são afins. No Reino de Deus, não há gregos ou judeus, ricos ou pobres. Deus não faz acepção de pessoas (Col 3. 25/Ef 6. 9/Rm 2. 11). O diácono deve ser imparcial no tratar das questões que envolvem o corpo de Cristo (Fil 4. 2, 3).        

 

UM CHAMADO PARA ESTAR ACIMA DO SENTIMENTALISMO.

 

   O diácono deve ser alguém cheio do Espírito Santo e de sabedoria, como o foi Estevão. Alguém que saiba lhe dar com as situações de maneira prudente, que consiga deixar de lado muitas vezes seus sentimentos. Pois em certas ocasiões o benefício de uma viúva, representa uma perda considerável para todo o resto da igreja (I Tm 5. 9- 16).

 

UM CHAMADO PARA ESTAR PRESENTE.

 

   O diácono sem dúvida é alguém chamado para estar presente, ele precisa estar presente. Pois foi esse o principal motivo de sua constituição. Um grupo que esta envolvido com a igreja, que conhece muitas vezes melhor que o pastor, sua linguagem, seu dia-a-dia e as necessidades que disso resultam. É alguém a quem a igreja pode recorrer de imediato se precisar, sem a menor chance de estar agindo anti--biblicamente. No mundo corrido e globalizado de hoje, cheio de distancias, o diácono é alguém que se esforça para estar presente em sua comunidade. 

Dc. Ney Gomes – CEI  Barra – 04/03/2003.

 


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