DIÁLOGO, CAUSA E FRATERNIDADE.
DIÁLOGO, CAUSA E FRATERNIDADE.
“Mas, se alguém quiser ser contencioso, nós não temos tal costume, nem as igrejas de Deus”. (1 Coríntios 11:16 – ACF)
Sem dúvidas que 1 Coríntios 11 guarda as intenções mais fraternas de todo o Novo Testamento. Fraternidade pode se definir como “o que existe entre pessoas que defendem a mesma causa”. Causa pode-se dizer, é uma ideologia formada por muitas razões. Todos nós temos muitas razões para agir, mas isso só se define em IGREJA se a causa for uma só.
NÃO EXISTE IGREJA DE CRISTO COM MUITAS CAUSAS. Na igreja o plural de causas chama-se “partidarismo”. Partidarismo é o que acentua posicionamentos, e Paulo diz que em parte (de partidos) eles são necessários. Porque no que se conhece as “causas”, se descobre que uma “causa” é a certa, e é essa é a necessária. A causa certa NUNCA destrói diálogos, porque o diálogo é útil para a FRATERNIDADE.
Todos podemos ter razões, porque elas são as colunas de uma causa, mas se elas cessam diálogos não são parte de uma causa, mas sim de um partidarismo. Divisão é o que rouba a dignidade do “TODOS” para o si próprio, que me impede de esperar o outro, de ouvir o outro, de acreditar no outro (v. 22). Não existe FRATERNIDADE sem dignidade e por isso, tudo o que impede diálogos são parte da causa errada, são insurreições.
A “causa” certa exalta a fraternidade e a fraternidade dá dignidade ao todo, porque nela todos tem suas necessidades assistidas, atendidas. A pobreza, o isolamento e a ausência de diálogos pontuam que as causas são as erradas. Ora, se JESUS morreu por relacionamentos (Rm 8. 29), tudo o que não os dignificam é errado e se é errado, traz condenação natural. E essas são as “causas” que se devem evitar!
Ney Gomes –
Janeiro de 2020. - Twitter@neygms
"Se trabalhamos e lutamos é porque temos colocado a nossa esperança
no Deus vivo." 1 Timóteo 4.10



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